Metabolismo · Categoria

Jornadas reais

Casos detalhados de pacientes brasileiros do gatilho à manutenção.

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Renata, 42 anos, IMC 34: a jornada de quem chega ao Mounjaro depois de três dietas falhadas

Executiva em Belo Horizonte, HbA1c 6,0, triglicerídeos 220, cintura 108 cm. Tentou Dukan, low carb e jejum intermitente. O endocrinologista digita Mounjaro no prontuário. Antes disso, ela passa por uma conversa de 50 minutos comparando bariátrica, estilo de vida e GLP-1. Esta é a história de como uma paciente real chegou à decisão e o que viveu nas 24 semanas seguintes.

16 min · 2026-05-26
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Carlos, 38 anos, bypass há 5 anos: a jornada de quem reganhou 15 kg e está reaprendendo o próprio corpo

Técnico em informática em Porto Alegre, perdeu 32 kg após bypass gástrico em 2021. Em janeiro de 2026, balança marcava 15 kg a mais do mínimo histórico. Grelina voltou aos níveis pré-cirúrgicos. Gastrostomia dilatou. Esta é a história de como ele descobriu que reganho pós-bariátrica não é fracasso pessoal, é fisiologia, e o que aprendeu sobre GLP-1 adjuvante, monitoramento de B12 e expectativas realistas.

15 min · 2026-05-26
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Beatriz, 52 anos, perimenopausa, SOP, 8 kg de barriga: a jornada do GLP-1 com terapia hormonal

Professora em São Paulo, perimenopausa há 18 meses, ganho de 8 kg concentrado no abdome, SOP diagnosticada aos 28 anos. Glicemia 104. Em maio de 2026, decidiu por protocolo combinado: terapia de reposição hormonal estradiol e progesterona conforme NAMS 2024, mio-inositol coadjuvante, tirzepatida 10 mg e musculação obrigatória. Esta é a história de como uma mulher com três condições metabólicas sobrepostas montou sua estratégia clínica integrada.

16 min · 2026-05-26
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Eduardo, 45 anos, HbA1c 5,8 e IMC 28: a jornada de quem optou por estilo de vida antes de remédio

Vendedor em Curitiba, glicemia 102, HbA1c 5,8, pré-diabetes leve, IMC 28 sem comorbidades graves. Em fevereiro de 2026, decidiu por protocolo DPP brasileiro adaptado: perda de 7% do peso, 150 minutos semanais de atividade física, dieta mediterrânea adaptada à culinária do Sul. Acompanhamento trimestral de HbA1c. Esta é a história de quem disse não inicialmente ao GLP-1, mas com critério claro de quando aceitar medicação se não responder em 12-24 meses.

15 min · 2026-05-26
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Roberto, 41 anos, advogado, cortisol 22 µg/dL: a jornada de quem descobriu que não era fadiga adrenal

Sócio de banca em São Paulo, sono médio de 5 horas, peso estável mas barriga crescendo, irritabilidade crescente. Endocrinologista da Vila Olímpia descartou suposta fadiga adrenal (entidade sem reconhecimento científico) e prescreveu protocolo nada glamuroso: dormir 7 horas, exercício aeróbico moderado, mindfulness 10 minutos por dia, alimentação com glicemia estável. Reavaliação em 6-8 semanas. Esta é a história clínica realista de como cortisol elevado por estresse crônico não precisa de adrenal stack, só de mudança estrutural.

14 min · 2026-05-26