Metabolismo · Categoria

Comparativos

Decisão informada entre Mounjaro, Wegovy, bariátrica, dietas e fármacos metabólicos.

Tópicos editoriais · 5 no ar

5 subcategorias nesta frente

No ar

Mounjaro vs Wegovy no Brasil em 2026: o que SURMOUNT-5 mudou na decisão

Tirzepatida superou semaglutida em comparação direta. Perda média de 22% contra 15% em 72 semanas. Mas semaglutida sai R$ 400 a R$ 700 mais barata por mês. A escolha real depende de IMC inicial, tolerância gastrointestinal e canal de acesso. LillyDirect Brasil simplificou o caminho para Mounjaro. Aqui está como decidir.

14 min · 2026-05-26
No ar

GLP-1 vs cirurgia bariátrica em 2026: a decisão que mudou em 36 meses

Por décadas, bariátrica foi a única opção real para obesidade grave. Em 2026, tirzepatida e retatrutida entregaram 20% a 24% de perda média sem incisão. Para IMC 30-35, GLP-1 virou primeira linha. Para IMC 40+, bariátrica ainda vence em magnitude absoluta e durabilidade. No meio, em IMC 35-40, a comparação é caso a caso. E muitos pacientes em 2026 combinam os dois.

15 min · 2026-05-26
No ar

GLP-1 vs low-carb em 2026: dois caminhos para o mesmo problema (e quase nunca substituem um ao outro)

GLP-1 atua no eixo central da saciedade modulando POMC e NPY no hipotálamo. Low-carb atua reduzindo insulina basal e estabilizando glicemia. Para o comedor emocional crônico, GLP-1 funciona melhor. Para o LDL hyper-responder e o praticante disciplinado, low-carb estruturado entrega resultado comparável sem medicação contínua. Esta é a comparação que ninguém faz honestamente.

14 min · 2026-05-26
No ar

Saxenda vs Mounjaro em 2026: por que liraglutida ainda existe (e para quem)

Saxenda entrega 5% a 8% de perda média. Mounjaro entrega 20% a 22%. A magnitude é três vezes maior. Mas em 2026 três perfis ainda fazem sentido para Saxenda: intolerantes aos análogos semanais, pacientes pós-bariátrica leve e quem tem IMC 27-30 com orçamento restrito buscando primeiro fármaco. Aqui está a comparação honesta de duas moléculas separadas por uma década de evolução.

13 min · 2026-05-26
No ar

Retatrutida, orforglipron, CagriSema: o pipeline GLP-1 que chega em 2026-2027

Retatrutida (Eli Lilly), agonista triplo GIP/GLP-1/glucagon, entregou 24,2% em 48 semanas no fase 2. Orforglipron, agonista GLP-1 oral (Lilly), chega como primeira pílula de eficácia comparável às canetas. CagriSema (Novo Nordisk), combinação de cagrilintida e semaglutida, mira 25%. MariTide, antagonista GIP combinado com agonismo GLP-1, propõe lógica oposta à tirzepatida. O mercado GLP-1 está só começando, e quem começou Mounjaro em 2024 pode estar em molécula diferente em 2028.

14 min · 2026-05-26